Somos todos Bolsonaro

28/09/2019



- Ipojuca Pontes -





Sim, exatamente: somos todos Bolsonaro. E, verdade seja dita, não somos poucos! Pelo que venho investigando, medindo e pesando, já somamos alguma coisa em torno de 100 milhões de brasileiros – afora os que estão aderindo, a cada dia, às propostas corajosas e o jeito honesto de Bolsonaro governar. Ademais, informo ao leitor que aqui não há especulação por encomenda nem muito menos projeções descabidas, do gênero “Datafalha” ou Ibope. Vamos, então, ao que interessa.

Antes, no entanto, ressalte-se como evidência probatória a tempestuosa histeria com que os inimigos do presidente eleito (com quase 60 milhões de votos) tratam de atacá-lo. É um bombardeio sem tréguas, dia e noite, apelando para todo tipo de aleivosia ou canalhice, em que se seguem, ipsis literis, as linhas de ataques traçadas pelo fanático Lenin (“Acuse-o do que você é”) e pelo nazi Goebbels (“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”).


Com efeito, a ira doentia desencadeada por essa gente, em escala vertiginosa - nos jornais, revistas, rádios, televisões e redes sociais -, atinge hoje o paroxismo, mas também expressa, por outro lado, o desespero mórbido que cresce na medida exata em que o titã caboclo combate os inimigos na guerra suja da desinformação. (Mesmo dentro da sede do Globalismo selvagem – a ONU).



Mas, afinal, quais são as pessoas que, em escala crescente, compõem as legiões dos “somos todos Bolsonaro”? Quais são as suas motivações? O que elas repudiam?

Em primeiro lugar, os 57 milhões e 900 mil votantes que elegeram conscientemente Jair Bolsonaro com mais de 10 milhões de votos à frente do comunista Haddad e aliados vermelhos (sem contar os votos subtraídos ou anulados por engano).


Em seguida, anotem-se as pessoas indignadas nas últimas décadas com governos comunistas ou protocomunistas, integrados por FHC, Lula e Dilma Rousseff, que mentiram, enlamearam, subverteram, fraudaram e fizeram do Brasil o maior bordel a céu aberto do mundo ocidental - em suma, um país onde a corrupção foi estruturalmente institucionalizada.


Depois, as pessoas que se sentiram e se sentem humilhadas (e ofendidas) pela ação nefasta de parlamentares corruptos que, desde o escândalo do “mensalão do PT” (bolado pelo “companheiro” Zé Dirceu), passaram a legislar movidos por grossas propinas, elevadas isonomias, viagens ao exterior pagas em dólar e mordomias várias – tudo sacado do bolso do contribuinte e do trabalho escravo do brasileirinho ferrado que acorda às 4 da matina, é assaltado em ônibus sujos e come o pão que o diabo amassou.


A seguir, sem pestanejar, some-se a maioria dos brasileiros que olha com desconfiança ou desprezo as manobras de ministros do Superior Tribunal Federal (STF), grande parte deles nomeada por governos à esquerda (alguns, por exemplo, como Dias Toffoli, ex-funcionário do PT e assessor do guerrilheiro Zé Dirceu).


Esse grupo se tornou especialista em procrastinar a justiça e livrar da cadeia bandidos que, de tanto roubar milhões, deixaram o país de quatro. (Um antigo procurador da República, aliás, queria dar um tiro na cara de Gilmar Mendes e depois se suicidar).

Sem esquecer, de igual modo, os milhões de trabalhadores que se esfalfam na base de dois ou três salários mínimos para sustentar os privilégios de uma burocracia estatal o mais das vezes parasitária, ganhando salários e aposentadorias supimpas, a manter o Estado paquidérmico entupido com hordas de ativistas que transformaram a máquina pública num aparelho político/ideológico a serviço da “causa”.


Considerem ainda milhões de pessoas que acreditam em Deus, na pátria e nos valores da vida familiar que nutrem o povo brasileiro. Essas criaturas, igualmente indignadas, se defrontam com universidades e escolas públicas dominadas pela catequese do ensino ideologizado que torna o aluno analfabeto funcional ou, o que é pior, o transforma em ativista full-time.


E há ainda as pessoas que diariamente engrossam as fileiras do “somos todos Bolsonaro” ao se sentirem ultrajadas pelos produtos da chamada “indústria cultural”, que nivela por baixo a cultura, o lazer e o conhecimento com a fabricação em série de novelas capciosas e filmes pseudo-eróticos, pornôs ou abertamente subversivos.


Sem deixar de mencionar milhões de pessoas que hoje, saturadas, repudiam a mídia amestrada e seus noticiários francamente mentirosos a serviço da desinformação, da contra-informação e da deformação dos fatos, nos quais pontificam a má fé cínica e a obtusidade córnea próprias do jornalismo engajado. São brasileiros que estão cortando as assinaturas dos jornalões vermelhos e que se voltam para os sites, blogs e portais do youtube.


Voltaremos ao assunto.


PS 1 – O instituto de pesquisas do site Strawpool, confiável, divulgou em recente pesquisa de opinião que, se as eleições presidenciais fossem hoje, Jair Bolsonaro seria reeleito com 75, 81% dos votos. A ampla pesquisa, adotando o método de pergunta e resposta diretas, foi feita entre 63 mil pessoas em todo país, Nela, o candidato de esquerda Ciro Gomes ficou na segunda colocação com 7,5% dos votos.

Aqui convém lembrar que a inacreditável “Datafalha”, nas pesquisas das eleições presidenciais de 2018, chegou a publicar que Bolsonaro perderia para todos os demais candidatos concorrentes, com exceção de Alkmin. A “Datafalha” sempre honra o nome.

PS 2 – O diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte, Roberto Alvim, não foi a primeira pessoa a manifestar desprezo pela vestal Fernanda Montenegro, reconhecida também como a Chanceler da Mamata. Há cerca de três meses, núcleo de internautas que se sentiram atingidos por comentários desairosos da atriz no Programa do Faustão, o adiposo garoto propaganda da desmoralizada Globo, exigiu respeito e acusou-a de ser desonesta. Entre outras coisas, por usufruir benesses e apoiar governos mais que corruptos. Escrevi sobre o assunto no “Diário do Poder”, site do Cláudio Humberto.

Nota: os fãs da Chanceler da Mamata na certa adorariam ver foto veiculada nos jornais da época e na Internet em que ela posava com brio ao lado de Castelo Branco, marechal e ditador nº 1 do “golpe” de 64.


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