Por que defender o socialismo é defender a escravidão (e pior)

- MISES BRASIL - 26 Out, 2020 -

George Reisman -


O socialismo, por definição, é a propriedade estatal dos meios de produção. Terras, empresas, fábricas, indústrias, instalações industriais, maquinários, ferramentas, caminhões, tratores, computadores etc. — ou seja, tudo que sejam bens de capital — pertecem ao estado.


Dado que todo trabalho requer o uso de meios de produção, então, sob o socialismo, o governo é o empregador monopolista universal. 


Todos são forçados a trabalhar para o governo. Todo indivíduo é escravo do governo.

Por não haver nenhuma concorrência entre patrões, o nível natural de salários sob o socialismo é o de subsistência mínima (o salário médio em Cuba é de 29 dólares por mês; na Venezuela, após um grande reajuste, o salário mínimo foi elevado para quase 5 dólares por mês). 


E, mesmo que tivesse as condições, um estado socialista sempre tem algo mais importante para atender do que o padrão de vida de seus cidadãos.


O ideal moral do socialismo é "de cada um de acordo com suas capacidades, para cada um de acordo com suas necessidades". No entanto, dado que a capacidade de oferta sempre será limitada e dado que a necessidade demandada sempre será ilimitada, o socialismo, na prática, proclama que o seu mundo ideal é um mundo de escassez ilimitada, no qual quem obterá o que e quando será determinado estritamente pela força bruta e arbitrária.

Isso inclui o estado estipular quem trabalhará com o quê, onde e em que medida. No socialismo, todo indivíduo é uma ferramenta passiva do governo, esperando que lhe digam o que fazer, como fazer e onde fazer.


A natureza do socialismo é revelada em sua adesão à proposição de que o indivíduo é apenas o meio para os fins da sociedade.


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https://mises.org.br/article/3304/por-que-defender-o-socialismo-e-defender-a-escravidao-e-pior

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