Mensagem enviada ao Gen Heleno, por um grupo de Oficiais

23/05/2020




Mensagem enviada ao Gen Heleno em 23 Mai 2020:      Nós, oficiais da reserva do Exército Brasileiro, integrantes da Turma Marechal Castello Branco, formados pela “SAGRADA CASA” da Academia Militar das Agulhas Negras em 1971, e companheiros dos bancos escolares das escolas militares que, embora tenham seguido outros caminhos, compartilham os mesmos ideais, viemos a público externar a mais completa, total e irrestrita solidariedade ao GENERAL AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, não só em relação à Nota à Nação Brasileira, por ele expedida em 22 de maio de 2020, mas também em relação a sua liderança, a sua irrepreensível conduta como militar, como cidadão e como ministro de Estado.                  Alto lá, “ministros” do stf!                Temos acompanhado pelo noticiário das redes sociais (porquanto, com raríssimas exceções, o das redes de TV, jornais e rádios é tendencioso, desonesto, mentiroso e canalha, como bem assevera o Exmº. Sr. presidente da República), as sucessivas arbitrariedades, que beiram a ilegalidade e a desonestidade, praticadas por este bando de apadrinhados que foram alçados à condição de ministros do stf, a maioria sem que tivesse sequer logrado aprovação em concurso de juiz de primeira instância.

              Assistimos, calados e em respeito à preservação da paz no país, à violenta arbitrariedade de busca e apreensão, por determinação de conluio de dois “ministros”, cometida contra o General Paulo Chagas, colega de turma. Mas o silêncio dos bons vem incentivando a ação descabida dos maus, que confundem respeito e tentativa de não contribuir para conturbar o ambiente nacional com obediência cega a “autoridades” ou conformismo a seus desmandos. Aprendemos, desde cedo, que ordens absurdas e ilegais não devem ser cumpridas.            Desnecessário enumerar as interferências descabidas, ilegais, injustas, arbitrárias, violentas contra o Exmº Sr. Presidente da República, seus ministros e cidadãos de bem, enquanto condenados são soltos, computador e celular do agressor do então candidato Jair Bolsonaro são protegidos em razão de uma canetada, sem fundamentação jurídica, mas apenas pelo bel-prazer de um ministro qualquer.

            Chega!

              Juiz que um dia delinquiu – e/ou delinque todos os dias com decisões arbitrárias e com sentenças e decisões ao arrepio da lei – facilmente perdoa.

             Perdoa, apoia, põe em liberdade e defende criminosos, mas quer mostrar poder e arrogância à custa de pessoas de bem e autoridades legitimamente constituídas. Vemos, por esta razão, ladrão, corrupto e condenado passeando pela Europa a falar mal do Brasil. Menos mal ao país fizeram os corruptos do mensalão e do petrolão, os corruptos petistas e seus asseclas que os maus juízes que, hoje, fazem ao solapar a justiça do país e se posicionar politicamente, como lacaios de seus nomeadores, sequazes vermelhos e vendilhões impatrióticos.

            O cunho indelével da nobreza da alma humana é a justiça e o sentimento de justiça. Faltam a ministros, não todos, do stf, nobreza, decência, dignidade, honra, patriotismo e senso de justiça. Assim, trazem ao país insegurança e instabilidade, com grave risco de crise institucional com desfecho imprevisível, quiçá, na pior hipótese, guerra civil. Mas os que se julgam deuses do Olimpo se acham incólumes e superiores a tudo e todos, a saborear lagosta e a bebericar vinhos nobres; a vaidade e o poder lhes cegam bom senso e grandeza.

            Estamos na reserva das fileiras de nosso Exército. Nem todos os reflexos são os mesmos da juventude. Não mais temos a jovialidade de cadetes de então, mas mantemos, na maturidade e na consciência, incólumes o patriotismo, o sentimento do dever, o entusiasmo e o compromisso maior, assumido diante da Bandeira, de defender as Instituições, a honra, a lei e a ordem do Brasil com o sacrifício da própria vida. Este compromisso não tem prazo de validade; ad eternum.

             Brasília, 23 de maio de 2020. Assinam (o nome aparece em ordem alfabética): Adonai de Ávila Camargo Coronel de Infantaria Alvarim Pires do Couto Filho Coronel de Infantaria Álvaro Vieira Coronel Engenheiro Militar Alzelino Ferreira da Silva.  Coronel Comunicações Amaury Faia Coronel de Infantaria Anquises Paulo Stori Paquete Coronel de Infantaria Antônio Carlos Gay Thomé Coronel Engenheiro Militar Antônio Carlos da Silva Portela General de Brigada Antônio Ferreira Sobrinho Coronel de Artilharia]Augusto Cesar Lobão Moreira Promotor de Justiça Carlos Alberto Dias Vieira Engenheiro Carlos Alberto Zanatta   Coronel  Engenheiro Militar Carlos Augusto da Costa Brown  Coronel de Infantaria Carlos Soares Coronel Engenheiro Militar Celso Bueno da Fonseca Coronel de Cavalaria Chacur Roberto Jorge Major de Material Belico Cláudio Eustáquio Duarte Coronel de Infantaria Dalton Domingues Coronel do Quadro de Material Bélico Décio Machado Borba Júnior   Coronel Infantaria Édson Pires dos Santos Coronel de Infantaria Edu Antunes Coronel de Infantaria Eduardo de Carvalho Ferreira Coronel do Quadro de Material Bélico Eduardo José Navarro Bacellar Coronel de Comunicações Eliasar de Oliveira Almeida Coronel de Artilharia Emilio Wagner Kourrouski  Coronel de Cavalaria Ênio Antonio Alves dos Anjos Coronel de Comunicações Fernando Francisco Vieira Major de Artilharia Fernando Freire  Coronel de Infantaria Francisco José da Cunha Pires Soeiro  Coronel Engenheiro Fernando Ruy Ramos Santos Coronel de Intendência Francisco de Assis Alvarez Marques Coronel de Artilharia Gabriel Cruz Pires Ribeiro  Coronel de Comunicações Genino Jorge Cosendey  Coronel de Engenharia Gilberto Machado da Rosa  Coronel de Engenharia Ivanio Jorge Fialho  Coronel de Intendência Jeová Ferreira Rocha  Coronel do Quadro de Material Bélico Johnson Bertoluci   Coronel de Engenharia João Cunha Neto  Coronel de Infantaria João Henrique Pereira Allemand Coronel de Comunicações João Vicente Barboza  Coronel de Infantaria Jorge Alberto Durgante Colpo  Coronel de Artilharia Jorge Cosendey  Coronel de Engenharia José Benedito Figueiredo  Coronel de Artilharia José Carlos Abdo  Coronel de Engenharia José Eurico Andrade Neves  Coronel de Cavalaria José Rossi Morelli  Coronel de Engenharia Josias Dutra Moura  Coronel de Intendência Julio Joaquim da Costa Lino Dunham Juarez Antônio da Silva  Coronel de Infantaria Lincoln Ungaretti Branco  Coronel de Infantaria Luiz Antônio Gonzaga  Coronel de Artilharia Luiz Dionisio Aramis de Mattos Vieira  Coronel de Cavalaria Manoel Francisco Nunes Gomes  Coronel de Infantaria Márcio Visconti  Coronel de Cavalaria Marco Antônio Cunha  Coronel de Infantaria Marino Luiz da Rosa  Coronel de Comunicações Nelson Gomes  Coronel de Engenharia Moacir Klapouch  Coronel de Intendência Nilton Nunes Ramos   Coronel de Infantaria Nilton Pinto França  Coronel de Artilharia Norberto Lopes da Cruz  Coronel de Infantaria Osiris Hernandez de Barros  Coronel de Cavalaria Pascoal Bernardino Rosa Vaz  Coronel de Cavalaria Paulo Cesar Alves Schutt  Coronel de Infantaria Paulo César Fonseca  Coronel de Infantaria Paulo Goulart dos Santos  Coronel de Infantaria Paulo Sérgio Alvarenga  Coronel do Quadro de Material Bélico Paulo Sérgio do Nascimento Silva  Coronel de Infantaria Pedro Sérgio Chagas da Silva  Coronel do Quadro de Material Bélico Pedro Paulo da Silva  Coronel de Infantaria Renato César do Nascimento Santana  Coronel de Infantaria Roberto Barbosa  Coronel de Infantaria Ronald Wall Barbosa de Carvalho  Engenheiro e empresário Rubens Vieira Melo  Coronel de Artilharia Rui Antônio Siqueira Coronel de Infantaria Sebastião Célio de Aquino Almeida Coronel de Intendência Sérgio Afonso Alves Neto Coronel de Artilharia Sérgio Antônio Leme Dias Advogado e professor Siloir José Soccal  Coronel de Intendência Téo Oliveira Borges  Coronel de Infantaria Tércio Azambuja  Coronel de Cavalaria Tiago Augusto Mendes de Melo  Coronel de Artilharia Túlio Cherem  General de Exército Vanildo Braga Vilela  Coronel de Engenharia Vicente Wilson Moura Gaeta  Coronel de Intendência Waldir Roberto Gomes Mattos  Coronel de Infantaria Walter Paulo  General de Brigada Willard Faria Familiar  Coronel de Infantaria Zenilson Ferreira Alves  Coronel de Artilharia Associando-me a irrestrita solidariedade ao Gen de Exército, Augusto Heleno Ribeiro Pereira, dos integrantes da Turma Marechal Castelo Branco, não só em relação à Nota à Nação Brasileira, por ele expedida em 22 de maio de 2020, mas também em relação a sua liderança, a sua irrepreensível conduta como militar, como cidadão e como ministro de Estado, aqui firmo minha assinatura, subscrevendo a manifestação dos oficias abaixo assinados, ao mesmo tempo que concito meus colegas e amigos da Turma Monte Castelo (20 dez 1956) e demais correspondentes virtuais a se incorporarem a este justo e merecido preito de solidariedade, ao Gen. Ex. Augusto Heleno.

Cel de Infantaria e Estado Maior, Reformado do Exército Jorge Baptista Ribeiro

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