Huawei Joga com o Tempo

- GATESTONE INSTITUTE - Peter Schweizer - Tradução: Joseph Skilnik - 7 NOV, 2021 -

O perigo da vigilância e de ataques cibernéticos em potencial dos equipamentos da Huawei à infraestrutura de telecomunicações de outras nações são conhecidos de longa data. É essencial que os líderes empresariais entendam isso: não há nenhuma empresa privada na China... Todas as empresas e indivíduos chineses devem ajudar nos esforços de inteligência, se assim solicitados. Foto: Sede da Huawei em Shenzhen, China. (Foto: STR/AFP via Getty Images)

"Simplesmente não é razoável esperar que a Huawei recuse uma orientação do Partido Comunista Chinês." — Simeon Gilding, ex-chefe de inteligência de sinais e missões cibernéticas ofensivas da Australian Signals Directorate.

  • É essencial que os líderes empresariais entendam isso: não há nenhuma empresa privada na China... Todas as empresas e indivíduos chineses devem ajudar nos esforços de inteligência, se assim solicitados.

  • A Huawei não está tirando nem um pouco o pé do acelerador. Apesar de ainda estar sob a égide das medidas restritivas... a Huawei recebeu centenas de pedidos de compra de chips do ramo de suprimentos automotivos da Administração Biden. A empresa tem como meta ser fornecedora de componentes para "veículos inteligentes conectados", segundo um porta-voz.

  • Em julho, o superlobista democrata Tony Podesta foi contratado como "consultor" da Huawei. Uma mensagem no quadro de avisos da empresa Huawei observou que a contratação fazia parte de uma "operação expandida da influência nos Estados Unidos."

  • A Huawei também emprega o renomado escritório de advocacia, Sidley Austin, em Washington para cuidar de seus interesses na capital americana. Este escritório também representou Meng Wanzhou na triunfal batalha para evitar sua extradição para os Estados Unidos. Christopher Fonzone, sócio do escritório, foi recentemente confirmado, apesar das objeções do Partido Republicano, como o escolhido da Administração Biden para ser o advogado nº1 do escritório do Diretor de Inteligência Nacional. Veterano do governo Obama, Fonzone, de acordo com o que observa seu perfil no LinkedIn: " também tem uma extraordinária experiência no auxílio a clientes na gestão de situações de crise."

No final de setembro último, Meng Wanzhou desceu do avião da Air China em Shenzhen onde foi recepcionada como heroína. Foi a volta triunfante de uma executiva inocente do setor de tecnologia da China da despropositada prisão no Ocidente. A verdade é de longe bem diferente.


Meng, de nacionalidade chinesa, se encontrava em solo canadense em 2018 quando o governo Trump iniciou os procedimentos para a sua extradição por conta de uma fraude cometida por ela e pela empresa que ela trabalha, a Huawei, por teoricamente violarem as sanções comerciais dos EUA impostas ao Irã. No Canadá, sua prisão, que ela chamou de "abismo", se resumia em usar uma tornozeleira e desfrutar de uma prolongada estadia na cidade de Vancouver, onde na qualidade de CFO da Huawei, era livre para passear pela cidade durante o dia, morava em casa própria, teve aulas de pintura e do idioma inglês.


Por ser uma empresa chinesa de enorme importância estratégica e comercial para Pequim, a Huawei já há muito tempo é vista com suspeita pelos países ocidentais por suas investidas no sentido de dominar a incipiente rede 5G. Seus produtos e serviços de rede competem com os de empresas ocidentais que não estão sujeitas ao controle de seus respectivos governos. O perigo da vigilância e de ataques cibernéticos em potencial dos equipamentos da Huawei à infraestrutura de telecomunicações de outras nações são conhecidos de longa data. Em 2013, o Joint Intelligence Committee da Grã-Bretanha explicou ao parlamento o risco de ataques cibernéticos:


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