França: Éric Zemmour Poderá Ser o Próximo Presidente?

- GATESTONE INSTITUTE - Yves Mamou - Tradução: Joseph Skilnik - 13 NOV, 2021 -

Éric Zemmour, que de acordo com pesquisas de opinião o colocam em segundo lugar, atrás somente do atual presidente francês Emmanuel Macron para as eleições presidenciais que ocorrerão em 2022, representa a França de outrora: a França de Napoleão, da Notre Dame de Paris e do General Charles de Gaulle, a França que não quer virar uma república islâmica. "O perigo é a França virar um segundo Líbano", Zemmour costuma dizer ao se referir ao país fragmentado entre comunidades sectárias que odeiam e temem umas às outras. (Foto: Christophe Simon/AFP via Getty Images)
  • Zemmour representa a França de outrora: a França de Napoleão, da Notre Dame de Paris e do General Charles de Gaulle, a França que não quer virar uma república islâmica. "O perigo é a França virar um segundo Líbano", costuma dizer Zemmour, referindo-se a um país fragmentado entre comunidades sectárias que odeiam e temem umas às outras.

  • Foi ele que rompeu as barreiras e introduziu na mídia debates sobre "imigração" e "jihad", temas sobre os quais ninguém jamais ousou falar publicamente. Ele é o protagonista que personifica o medo de ver a França tradicional, a das torres de igrejas e da "baguete", desaparecer sob os golpes da jihad e do politicamente correto.

  • A meteórica ascensão de Zemmour teve outra consequência: ele gorou a degradante armadilha eleitoral na qual o povo francês se encontra tolhido... impedindo-o do direito de retornar ao poder.

  • Desde meados dos anos de 1980 até os dias de hoje, a mídia e a esquerda, juntas, montaram a máquina da vergonha de força industrial para estigmatizar como "racista" e "nazista" qualquer um que ouse levantar a voz relacionada a questões de imigração...

  • A luta de Zemmour está apenas começando. Uma coisa, porém, é certa: Zemmour está resgatando um debate democrático autêntico sobre tópicos como segurança, imigração, Islã, realmente relevantes para os franceses. Para muitos, Zemmour é a última chance para a França não virar uma nação islâmica, um "Líbano na Europa".

O Financial Times o chama de "o extrema direita". Para o New York Times ele é o "expert da direita". Para o Die Zeit, ele é "o homem que divide a França"... Eric Zemmour, jornalista e ensaísta, não é (ainda) candidato oficial à presidência da França, mas devido à sua popularidade, a França já vive em clima eleitoral.


As eleições presidenciais ocorrerão em cerca de 200 dias, mas não passa uma semana sem que uma pesquisa de opinião mostre que Éric Zemmour esteja subindo cada vez mais nas projeções para a eleição de 2022. Uma pesquisa da Harris Interactive publicada pela revista Challenges em 6 de outubro já o coloca com 17% dos votos, ultrapassando Marine Le Pen, candidata do partido União Nacional (com 15%, desabando 13 pontos desde o verão). Zemmour ainda está atrás do atual presidente Emmanuel Macron, com projeção de 24%. Mas por quanto tempo?


Visto do exterior, a projeção de 17% para Zemmour pode parecer baixa. Mas na França, a eleição para presidente é uma corrida de dois turnos. As pesquisas aqui citadas referem-se somente ao primeiro turno, onde poderá haver 25 candidatos na corrida presidencial. Consequentemente, as intenções de voto para o primeiro turno darão necessariamente resultados fragmentados. Se as eleições fossem realizadas na próxima semana, os únicos dois candidatos que iriam para o segundo turno seriam Marcon e Zemmour.


"É uma ascensão meteórica jamais vista num espaço de tempo tão curto, insiste Jean-Daniel Lévy, vice-diretor da empresa de pesquisas de opinião Harris Interactive. "Estamos testemunhando o colapso do cerne do eleitorado" de Marine Le Pen.


Quem é Eric Zemmour? Ele foi aquele que rompeu as barreiras e introduziu na mídia debates sobre "imigração" e "jihad", temas sobre os quais ninguém jamais ousou falar publicamente. Ele é o protagonista que personifica o medo de ver a França tradicional, a das torres de igrejas e da "baguete", desaparecer sob os golpes da jihad e do politicamente correto.


O livro publicado por Zemmour em 16 de setembro que leva o título de La France n'a pas dit son dernier mot (A França Ainda Não Disse a Última Palavra) trata da identidade nacional, 100 mil cópias foram vendidas na primeira semana do lançamento. Zemmour representa a França de outrora: a França de Napoleão, da Notre Dame de Paris e do General Charles de Gaulle, a França que não quer virar uma república islâmica. "O perigo é a França virar um segundo Líbano", costuma dizer Zemmour, referindo-se a um país fragmentado entre comunidades sectárias que odeiam e temem umas às outras.


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