Esquadrinhado e sob suspeita, Dr Fauci desdiz o que anteriormente afirmava

- THE EPOCH TIMES - 24 MAIO, 2021 - Isabel van Brugen - Tradução César Tonheiro -

O Dr. Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, fala durante uma audiência do Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado para discutir a resposta federal em curso ao COVID-19 em Washington em 11 de maio de 2021. (Greg Nash -Pool / Getty Images)

O link do vídeo abaixo gravado pelo Dr Heitor de Paola traz mais informações sobre o Dr Fauci:


https://rumble.com/vhetyt-fauci-ou-fausto.html


Fauci agora 'não está convencido' que a COVID-19 tenha se desenvolvido naturalmente.

O especialista em doenças infecciosas, Dr. Anthony Fauci, admitiu que agora "não está convencido" de que o COVID-19 se desenvolveu naturalmente e pediu uma investigação mais aprofundada das origens do vírus.


Fauci, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID), foi questionado pelo PolitiFact se ele estava confiante de que o vírus do PCC (Partido Comunista Chinês) se desenvolveu naturalmente.


"Na verdade não. Não estou convencido disso. Acho que devemos continuar a investigar o que aconteceu na China até que continuemos a descobrir da melhor maneira possível o que aconteceu”, disse Fauci durante um evento do Poynter, “United Facts of America: A Festival of Fact-Checking” em 11 de maio.


“Certamente, as pessoas que investigaram dizem que provavelmente foi o surgimento de um reservatório animal que infectou os indivíduos. Mas poderia ter sido outra coisa e precisamos descobrir isso. Então, você sabe, é por isso que eu disse que sou totalmente a favor de qualquer investigação que busque a origem do vírus”, acrescentou.


No mesmo dia, quando questionado por um médico durante uma audiência no Senado sobre se é possível que a COVID-19 tenha surgido de um acidente de laboratório em Wuhan, Fauci respondeu: “Essa possibilidade certamente existe”.


“Sou totalmente a favor de uma investigação completa para saber se isso poderia ter acontecido”, respondeu ele.


Os primeiros relatos sobre um surto do vírus PCC apareceu pela primeira vez na cidade de Wuhan, no centro da China, no final de 2019, quando um grupo de casos foi relatado pela mídia controlada pelo estado como ligado a um mercado de carnes frescas (exóticas) local. Mais de um ano depois, as origens do vírus permanecem desconhecidas, embora a possibilidade de que o vírus tenha vazado de um laboratório do Instituto de Virologia Wuhan da China (WIV) esteja agora recebendo um reconhecimento mais amplo.


Dias após o evento Poynter, o PolitiFact discretamente retirou uma checagem de fatos em setembro de 2020 que rotulava a alegação de um virologista de Hong Kong de que a COVID-19 se originou em um laboratório como imprecisa e uma "teoria da conspiração desmentida"

“A afirmação é imprecisa e ridícula”, disse a checagem de fatos agora arquivada. “Nós avaliamos isso Pants on Fire (mentira)!”


Em uma nota do editor atualizada publicada em 17 de maio, o PolitiFact explicou por que agora removeu a checagem.


“Quando essa checagem de fatos foi publicada pela primeira vez em setembro de 2020, as fontes do PolitiFact incluíam pesquisadores que afirmaram que o vírus SARS-CoV-2 não poderia ter sido manipulado. Essa afirmação é mais amplamente contestada agora”, afirma a nota. “Por esse motivo, estamos removendo esta checagem de fatos de nosso banco de dados enquanto se aguarda uma revisão mais completa. Atualmente, consideramos que a reclamação não é sustentada por evidências e em disputa”.


A original checagem de fatos do PolitiFact citava uma entrevista da Fox News em 15 de setembro de 2020 com a virologista Li-Meng Yan de Hong Kong, na qual ela disse que tinha "evidências científicas sólidas" de que a COVID-19, a doença causada pelo PCC (Vírus do Partido Comunista Chinês), "não é natural".


“É um vírus criado pelo homem, criado em laboratório”, disse a virologista e ex-bolsista de pós-doutorado da Universidade de Hong Kong à rede de notícias do Epoch Times.


Ela também afirmou na entrevista que o vírus foi liberado intencionalmente pelo regime chinês, sem dar mais detalhes. Yan disse que o genoma do vírus