Dois Anos de "Vergonhosa" Atuação da Alemanha no Conselho de Segurança da ONU

- GATESTONE INSTITUTE - Jan 25, 2021 -

Soeren Kern - Tradução: Joseph Skilnik -


Um exame mais minucioso sobre os padrões de votação da Alemanha nas Nações Unidas nos últimos anos, revela um preocupante duplo padrão de dois pesos e duas medidas em uma série de matérias, especialmente aquelas envolvendo direitos humanos que o governo alemão alega ser "a pedra angular" de sua política externa. Foto: Ministro das Relações Exteriores da Alemanha Heiko Maas (esquerda) e o Embaixador para as Nações Unidas Christoph Heusgen durante uma reunião no Conselho dos Direitos Humanos da ONU em 28 de março de 2018 em Nova Iorque. (Foto: Angela Weiss/AFP via Getty Images)
  • Um exame mais minucioso sobre os padrões de votação da Alemanha nas Nações Unidas nos últimos anos, no entanto, revela um preocupante duplo padrão de dois pesos e duas medidas em uma série de matérias, especialmente aquelas envolvendo direitos humanos que o governo alemão alega ser "a pedra angular" de sua política externa.



  • Os registros mostram que durante sua permanência no Conselho de Segurança da ONU, a Alemanha votou em dezenas de resoluções, muitas das quais ao sabor do antissemitismo, ao estigmatizar apenas e tão somente Israel, a única democracia no Oriente Médio.

  • Além disso, a Alemanha fez vista grossa diante de inúmeros e contumazes violadores dos direitos humanos, como China, Líbia, Mauritânia, Sudão, Paquistão e Venezuela, entre outros, que foram eleitos para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, órgão máximo de direitos humanos da ONU.

  • Em 2020 a Alemanha votou 13 vezes condenando Israel, contudo sequer apresentou uma única resolução referente à situação dos direitos humanos na China, Cuba, Arábia Saudita, Turquia Paquistão e Venezuela, nem em relação a 175 outros países de acordo com o UN Watch, grupo não governamental, independente, com sede em Genebra, encarregado de defender os direitos do cidadão.

  • "Muito embora praticamente todos os países da UE tivessem votado a favor de 13 das 17 resoluções da AGNU (Assembleia Geral das Nações Unidas) que estigmatizaram apenas e tão somente Israel este ano, não apresentaram nem uma única resolução a favor dos ativistas dos direito (sic) das mulheres presas e torturadas na Arábia Saudita, artistas dissidentes presos em Cuba, jornalistas jogados atrás das grades na Turquia, minorias religiosas atacadas no Paquistão e membros da oposição perseguidos na Venezuela, onde mais de cinco milhões de pessoas fugiram da repressão governamental, da fome e do colapso econômico." — UN Watch, 16 de dezembro de 2020

  • A Alemanha seguiu a mesma linha política de aprovação de resoluções anti-Israel na ONU em 2018, 2017 e 2016, quando votou a favor de uma resolução extraordinariamente vergonhosa na ONU, copatrocinada pelo grupo de países árabes juntamente com a delegação palestina, que escolheu a dedo apenas e tão somente Israel como o único violador mundial da "saúde mental, física e ambiental".

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