Como os Palestinos Profanam Todos os Lugares Sagrados, Inclusive os Deles Mesmo

- GATESTONE INSTITUTE - Bassam Tawil - Tradução: Joseph Skilnik - 1 MAI, 2022 -

"A Mesquita de Al-Aqsa e a Igreja do Santo Sepulcro são nossas. É tudo nosso e eles (judeus) não têm o direito de profaná-las com seus pés imundos. Nós abençoamos cada gota de sangue derramada por Jerusalém. Este é sangue limpo e puro, sangue derramado em nome de Alá. Cada mártir alcançará o paraíso e todos os feridos serão recompensados por Alá." — Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Nacional Palestina. (Imagem: MEMRI)

Os palestinos foram de novo pegos mentindo para o mundo ao comunicarem que os judeus estão "profanando" os locais sagrados islâmicos, em particular a Mesquita Al-Aqsa em Jerusalém.


Se alguém está profanando a mesquita e outros lugares sagrados são os próprios palestinos.


Em 2002, terroristas palestinos invadiram a Igreja da Natividade em Belém, a reação da comunidade cristã internacional foi o silêncio. Os terroristas permaneceram no interior da igreja durante 39 dias e deixaram para atrás um rastro de cobertores e colchões imundos, isqueiros e pontas de cigarro e "fedor de matéria fecal." Um padre reclamou que os terroristas também profanaram a igreja fumando e bebendo bebidas alcoólicas.


Na manhã de sexta-feira, 15 de abril, centenas de "fiéis" palestinos levantaram barricadas no interior da Mesquita de Al-Aqsa e entraram em choque com policiais israelenses.

Os baderneiros, armados com pedras, barras de ferro e fogos de artifício, chegaram na mesquita no alvorecer e foram vistos carregando pedras para dentro da mesquita, bloqueando o portão principal com barreiras de ferro e madeira.


Os "fiéis" chegaram à mesquita porque seus líderes mentiram para eles, disseram falsamente que os judeus estavam planejando "invadir" a mesquita e "profanar" os pátios.

Logo que os baderneiros entraram no complexo da mesquita no Monte do Templo e antes de entrar em choque com a polícia, eles levantaram bandeiras e cartazes do Hamas, grupo palestino considerado organização terrorista pelos EUA, União Europeia, Canadá, Austrália, Japão e outros países.


Aparentemente os palestinos não consideram trazer pedras, barras de ferro e outras armas leves para o interior de uma mesquita um ato de profanação.


Aparentemente os palestinos não consideram içar as bandeiras e cartazes de uma organização terrorista no interior de um lugar sagrado um ato de profanação.

Aparentemente os palestinos não consideram um ato de profanação atirar pedras e garrafas de vidro nas pessoas no vizinho Muro das Lamentações, lugar mais sagrado do mundo para o judeus onde eles fazem suas orações.


Aparentemente os palestinos não consideram atirar pedras e fogos de artifício em policiais no complexo da mesquita um ato de profanação.


Os tumultos iniciados pelos palestinos no Monte do Templo em 15 de abril foram totalmente gratuitos. A violência eclodiu depois que líderes e grupos palestinos falsamente afirmaram que "extremistas judeus" estavam planejando realizar um ritual de sacrifício de animais no local para celebrar o feriado da Páscoa.


Israel negou as alegações e enviou mensagens aos palestinos assegurando a eles que não permitirão que os judeus realizem nenhuma "provocação" no Monte do Templo.


Até Saleh al-Arouri, alto funcionário do Hamas admitiu, horas antes do início da eclosão da violência, que seu grupo na realidade recebeu aquelas garantias. De acordo com al-Arouri, a mensagem israelense foi transmitida ao Hamas por meio de "mediadores" não identificados.


No entanto, todas as articulações de Israel para refutar as falsas alegações dos palestinos não ajudaram em nada.


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https://pt.gatestoneinstitute.org/18494/palestinos-profanam-lugares-sagrados


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