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Cadeia de suprimentos: milhares de empresas britânicas pretendem cortar laços com o mercado de PCC

- THE EPOCH TIMES - Ting Chen - TRADUÇÃO CÉSAR TONHEIRO - 3 AGO, 2022 -

Funcionários trabalham em uma linha de produção de ar condicionado automotivo em uma fábrica em Yantai, na província de Shandong, leste da China, em 15 de maio de 2019. (STR/AFP via Getty Images)

Segundo o Financial Times, o chefe da Confederação da Indústria Britânica (CBI) havia revelado que milhares de empresas britânicas planejam cortar os laços econômicos com a China.


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Tony Danker, diretor-geral do CBI, disse que as empresas do Reino Unido esperam que as relações entre Pequim e o Ocidente se deteriorem ainda mais, com muitas empresas britânicas acelerando seus esforços para transferir negócios da China para outros países.


“Toda empresa com quem converso no momento está engajada em repensar suas cadeias de suprimentos”, disse ele. “Porque eles antecipam que nossos políticos inevitavelmente acelerarão em direção a um mundo dissociado da China.”

Danker disse que, se o Ocidente cortar os laços com a China, a Grã-Bretanha precisará encontrar novos parceiros comerciais e se reaproximar dos antigos, como os países da UE.


“Se os especialistas em política e segurança estiverem certos, todos precisaremos ser bons amigos novamente”, disse ele.


Atualmente, os dois candidatos na disputa para se tornar o novo primeiro-ministro britânico, a secretária de Relações Exteriores britânica Liz Truss e o ex-chanceler do Tesouro Rishi Sunak, ambos estão competindo para mostrar sua posição dura em relação ao PCC, mostrando que a atitude da Grã-Bretanha em relação ao PCC está passando por uma mudança dramática.


Ultimamente, as empresas britânicas também estão reestruturando suas cadeias de suprimentos em preparação para um sentimento político anticomunista cada vez mais duro, disse Danker.


Ele alertou que remover a China de nossas cadeias de suprimentos corporativas pode levar à inflação. No entanto, isso “redefiniria a estratégia comercial para a Grã-Bretanha”.


Danker apontou que, no futuro, “não será mais para quem vendemos, mas de onde adquirimos”.


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Há sinais de que muitas empresas ocidentais estão tentando cortar os laços com a China. E por causa da incerteza devido aos crescentes riscos geopolíticos, os investidores globais tornaram-se cada vez mais hesitantes em investir também na China.


Por exemplo, em 28 de julho, Carlos Tavares, CEO da Stellantis NV, disse que o grupo havia fechado sua única fábrica de jipes na China.


Uma razão para essa decisão é a crescente intromissão política de funcionários do governo chinês local no mercado automobilístico chinês. Tavares também expressou preocupação de que as crescentes tensões entre a China e outros países do mundo possam levar a sanções econômicas.


“Temos visto cada vez mais interferência política no mundo dos negócios na China nos últimos anos”, disse Tavares. “Não queremos ser vítimas de sanções cruzadas como tem sido o caso de outras empresas em outras regiões do mundo recentemente”, acrescentou.


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