Acertos da Revolução de 31 de Março de 1964 (meu comentário no final)

Felix Maier

20/07/2020




Preâmbulo


O texto abaixo reúne o depoimento de várias personalidades, entre militares e civis, e a sequência dos atos do Governo dos cinco generais-presidentes, tidos pelos entrevistados como "acertos".


O texto abaixo destina-se principalmente aos jovens do Brasil, que conhecem a História recente de nosso País da boca de quem pretende reconstituir os fatos históricos, dentro da ótica marxista da esquerda derrotada pelos militares, não a verdadeira História, que deveria ser contada sem parcialidade.


Houve erros, sim, mas principalmente houve muitos acertos durante o governo dos generais, de Castello a Figueiredo, que fizeram o Brasil se tornar a 8a. potência econômica. Esses acertos eu pincei para você, leitor, especialmente leitor jovem, da "História Oral do Exército - 31 de Março de 1964", editado em 2003 pela Biblioteca do Exército Editora.


Em breve, publicarei o "fichamento" dos 15 Tomos da História Oral do Exército - 1964, com cerca de 556 páginas, um extrato do que julgo ser o mais importante divulgado pela coleção histórica da Bibliex.


Prezado jovem: quando aquele seu professor (marxista) de História, Geografia, Comunicação Social, Antropologia ou Sociologia, vestindo a camiseta do serial killer Che Guevara, começar a falar que os 21 anos de governo dos militares só resultaram em perseguição política, tortura e morte, esfregue esse texto na fuça do farsante.


Félix Maier

ACERTOS DA REVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964


Autoria: Depoimento de militares e civis à "História Oral do Exército - 31 de Março de 1964"



“Se reduzirmos ou eliminarmos a miséria, a ignorância, a corrupção, a exploração política e os desníveis sociais, o comunismo morre de inanição (Tenente-Coronel Idalécio Nogueira Diógenes, Tomo 4, pg. 188).

O Brasil era formado por “ilhas”; virou Continente

“Quem conheceu o País, como conhecemos, antes de 1964, sabe que para viajar de Fortaleza para Teresina, levava-se 24h com pernoite em Serra Grande. O Brasil transformou-se, o Brasil mudou, com as hidrelétricas, com os portos, com as estradas, com a indústria naval, com a indústria de ponta de fibra ótica, com os aeroportos. O Brasil era considerado como um conjunto de ilhas populacionais isoladas. Tudo mudou neste País: as universidades foram ampliadas, o Brasil cresceu e se transformou na oitava economia do mundo. O brasileiro passou a confiar mais em si mesmo e a fortalecer a vontade nacional. O novo Brasil, o Brasil do Maracanã, com o povo, de pé, aplaudindo o Presidente Médici. O que se fez por este País não tem preço. Agora, o pior de tudo isso é que aqueles que foram derrotados e, hoje, encontram-se no Poder, nada fizeram. Até a Petrobras vê-se ameaçada de perder seus avanços e conquistas tecnológicas e a sua própria nacionalidade. Se não fosse 1964, o que seríamos hoje?” (General-de-Divisão Francisco Batista Torres de Melo, Tomo 4, pg. 65).


As Forças Armadas impediram a criação das “FARB”


“Se perdêssemos, talvez estivéssemos hoje enfrentando, como a Colômbia, quem sabe, as FARB – irmãs das FARC – ou seja, as Forças Armadas Revolucionárias do Brasil. Aí, os esquerdistas estariam exultantes!... E os verdadeiros brasileiros – aqueles que realmente amam este País – atormentados e desprestigiados como acontece hoje, com os nossos vizinhos colombianos” (Coronel Irtonio Pereira Rippel, Tomo 10, pg. 374).


Obs.:

Em 6 décadas, as FARC deixaram saldo de 260.000 mortos, tendo a Colômbia mais de 50 milhões de habitantes (dados de 2020) - – cfr. https://felixmaier1950.blogspot.com/2020/05/farc-deixaram-mais-de-260000-mortos-na.html.

No Brasil, com população 4 vezes maior (mais de 209 milhões em 2020), quantos mortos haveria se a Guerrilha do Araguaia fosse vitoriosa, consolidando-se uma suposta “FARB” durante 5 décadas? Mais de 1.000.000 de mortos?

F. M.


Pleno emprego