A ONU Recompensa as Atrocidades Iranianas

- GATESTONE INSTITUTE - 31 Out, 2020 -

Judith Bergman -


Em março de 2019, Nasrin Sotoudeh, iraniana, advogada e ativista dos direitos humanos foi condenada a 38 anos de prisão e 148 chicotadas. No mês passado, ela foi internada em um hospital por conta da greve de fome de mais de 40 dias. Foto: Sotoudeh com o filho em 18 de setembro de 2013. (Foto: Behrouz Mehri/AFP via Getty Images)
  • Em 2012 Nasrin Sotoudeh foi agraciada com o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu pelo seu trabalho, do qual fazia parte a representação de dissidentes detidos durante os protestos em massa em 2009, motivo pelo qual passou três anos no xilindró. Ela também representou condenados que estão no corredor da morte por crimes cometidos quando ainda eram menores de idade. Provavelmente a fama dela se deve mais pelo trabalho em defesa dos direitos das mulheres, incluindo a defesa de inúmeras mulheres que protestavam contra o uso do véu islâmico, também conhecido como hijab...

  • Ao que tudo indica, não há muita esperança para os prisioneiros políticos do Irã de hoje. Ainda que, a despeito do clamor global, o jovem lutador Navid Afkari foi executado em 12 de setembro pelo regime iraniano. O presidente dos EUA, Donald J. Trump, também apelou ao Irã para que o deixasse viver, a "única coisa" que o lutador fez "foi se manifestar contra o governo nas ruas", salientou ele.

  • Enquanto isso, a comunidade internacional recompensa o Irã. Em 14 de agosto, o Conselho de Segurança da ONU votou contra uma resolução dos EUA de estender indefinidamente o embargo de armas de 13 anos contra o Irã. Longe disso, o embargo irá expirar em meados de outubro, abrindo caminho para que o Irã compre e venda livremente armas convencionais sem qualquer restrição da ONU. Talvez já tenha chegado a hora dos Estados Unidos cortarem a verba para a ONU em vez de bancarem e serem cúmplices desses crimes contra a humanidade.

Em março de 2019, Nasrin Sotoudeh, iraniana, advogada e ativista dos direitos humanos foi condenada a 38 anos de prisão e 148 chicotadas. No mês passado ela foi internada em um hospital por conta da greve de fome de mais de 40 dias. Ela permaneceu no hospital por alguns dias fortemente vigiada pela segurança iraniana, na sequência foi levada de volta para a famigerada prisão de Evin, apesar de sofrer de uma grave doença cardíaca, onde ela continua cumprindo a pena de 38 anos. Quando do início da greve de fome, Sotoudeh escreveu da prisão de Evin em uma carta o seguinte:


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