A INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL

- Marco Antonio Felício da Silva, General de Brigada - AGO, 2021 - ENVIADO POR EMAIL -

- General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência -

E-mail: marco.felicio@yahoo.com


“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam e não se manifestam”


O Brasil, infelizmente, além da pandemia covid-19, crise sanitária de grande proporção, pois, ceifando milhões de vidas e deixando outros milhões de indivíduos com seqüelas as mais variadas, soma a esta uma outra grave crise de natureza psicossocial, política e econômica.


Esta, por sua vez, tem como alicerce, profunda crise moral, ética e cívica.


Perpassada por tais crises, está a pesada herança recebida por Bolsonaro ao ser eleito. Tem Ele o dever de administrá-la e levá-la à um final feliz.


Entretanto, o Presidente, em meio a um governo de cerca de 24

meses, tem enfrentado dura oposição, criminosa, composta por uma maioria que contribuiu, sem dúvida alguma, nos últimos anos, para que o País mergulhasse em pântano de areias movediças.


Publicamente, reconhece Ciro Gomes, um dos líderes dessa famigerada oposição, candidato à Presidência da República nas

próximas eleições, o apoio popular e o relativo sucesso do atual Presidente.


Assim, afirma Ciro que a única maneira de impedir a vitória de Bolsonaro, em 2022, será unir as diferentes correntes de oposição de forma a inviabilizar as ações do governo, buscando o impeachment do Presidente, sempre agindo buscando o “ quanto pior, melhor!”.


A atual CPI do Senado, dirigida por ridículos corruptos, segundo o noticiário, Presidente, Vice-Presidente e Relator, é exemplo do que deseja Ciro Gomes.


Este mostra ignorar qualquer sentimento patriótico e a forte crise pela qual passa a Nação. Ciro e os que a ELE estão unidos são meros aproveitadores, pois, apenas querem o Poder pelo Poder, isto é, Ele e seus comparsas de diversos partidos, desejam a volta ao “ status quo” anterior, prenhe de corrupção e de benesses imorais, livres de condenações, da cadeia e da “Lava Jato”.


Que se dane a Nação!


Pertencem a uma maioria de lulopetistas e de comunistas, escondidos sob a denominação de “socialistas”, e ligados, direta ou indiretamente, ao Foro de São Paulo (FSP).


Tal organização, tem como objetivo maior difundir o comunismo na América Latina e no mundo, substituindo o conjunto das nações escravizadas, pós IIGG Mundial, integrantes da Cortina de Ferro”,

comunistas e sob a tirania da então União soviética, então centro de difusão do comunismo para o Mundo.


Os brasileiros, que integram o Foro de São Paulo, são políticos criminosos, apátridas. Como exemplo, há que ressaltar que a fundação do FSP foi obra de Fidel Castro e de Lula.


O mesmo Lula corrupto, chefe de quadrilha, que disse que muitas das políticas públicas e outras decisões políticas concretizadas por ele, como Presidente do Brasil, foram gestadas em reuniões desta criminosa organização, centro, irradiador do atraso, do terror e da ditadura marxista gramscista, de comum acordo com os participantes estrangeiros.


Assim, como exemplo, foi a ocupação militar e posse das refinarias brasileiras na Bolívia, acordo realizado, no FSP, por Lula e contrário aos interesses do Brasil. Sem dúvida, crime de Lessa Pátria.


Do FSP participam representantes de partidos de esquerda da África e da Europa bem como de organizações guerrilheiras.


Há que enfatizar que tais decisões do FSP devem, por diretrizes da Organização, ser adotadas e implementadas pelos demais países ali representados.


O extenso “III Programa Nacional de Direitos Humanos”, foi elaborado, no Brasil, pelo guerrilheiro de 64, Paulo Vannuchi, integrante da ALN, então, um dos mais violentos grupos subversivos armados em ação.


Participaram, também, outros expoentes das guerrilhas os quais, mais tarde, se tornariam ministros, jornalistas, diretores de Universidades, etc.. em governos da Nova República e, principalmente, durante os de Fernando Henrique Cardoso,