A acusação feita pelos Ministros Fachin e Moraes contra o Cel Hélio Cabral é falsa

- Maurício Herthal - RECEBIDO POR EMAIL E WHATSAPP - AGO, 2022 -


Fachin e Moraes afastaram o coronel Hélio Cabral Sant'ana, ex-diretor de TI da Secretaria-Geral da Presidência, do grupo militar da comissão de transparência que analisa o processo eleitoral. A desculpa esfarrapada dada pelos dois golpistas é de que o coronel teria feito postagens demonstrando desconfiança no processo eleitoral em suas redes sociais. Ora, se o coronel confiasse no processo por que julgaria necessário uma investigação? Em Breve: "O EIXO DO MAL LATINO AMERICANO E A NOVA ORDEM MUNDIAL" em livro IMPRESSO.

Uma versão completa e atualizada!

Trata-se de mais uma mentira grosseira dos farsantes Fachin e Moraes. O real motivo para o afastamento do militar se deve ao fato dele integrar o quadro de funcionários da CySource, empresa israelense de segurança que tem um acordo de cooperação com o Comando de Defesa Cibernética do Exército.


A empresa é considerada a melhor do mundo em cibersegurança e está provocando verdadeiros pesadelos aos ministros farsantes e à esquerda em geral, pois sabem que lula é um completo fracasso e a fraude eleitoral seu último recurso para devolver o Brasil à criminalidade que integram. Segundo pesquisas internas encomendadas pelo PT, lula teria apenas 17% dos votos contra 62% de Bolsonaro.


O PT chegou até mesmo a acionar os seus militantes infiltrados no Ministério Público Federal para tentar impedir o acordo dos militares com a empresa israelense alegando "desvio de finalidade". Mas em decisão publicada no último dia 27, a Primeira Câmara do TCU decidiu por unanimidade considerar o processo do MPF improcedente e arquivou o caso.


Assim, só restou aos canalhas do STF inventarem mais uma desculpa esfarrapada para poder afastar o coronel. Não deixa de ser um desfalque importante, mas o acordo está mantido e nada será alterado quanto aos métodos de análises utilizados pelos militares para investigar os processos eleitorais.


O STF deve estar apavorado com a possibilidade dos militares encontrarem os seus softwares maliciosos escondidos dentre os mais de 20 milhões de códigos-fonte das nossas "impenetráveis" urnas.


Maurício Herthal


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